sexta-feira, 8 de abril de 2011
Convite especial
Chegaram as férias da Páscoa! Finalmente! Que tal um passeio especial nestas férias?
Aqui fica um convite: Clica sobre o imagem e o portão abrir-se-á para um "Bosque Encantado" que espera por ti!
Diverte-te! :)
sexta-feira, 4 de março de 2011
Martina, a pequena sereia
Uma bela manhã, depois de ter ficado sózinha, Martina foi visitar o navio. Queria ver com muita atenção todos os cantinhos e estudar todos os objectos para ver se descobria alguma coisa. Depois de horas a nadar por entre os quartos e salas daquele grande e velho navio, Martina encontrou um pequeno baú. Quando o abriu ficou muito admirada pois o baú estava cheio de moedas antigas e vários colares de pérolas. Pegou num dos colares e foi procurar a mãe para ver se descobria mais alguma coisa.
Quando acordou, estava deitada numa grande cama flutuante numa espécie de sala de cristal. Era tudo muito cintilante, as paredes de vidro deixavam ver que estavam no fundo do mar. Assustada, começou a chorar muito alto e logo aparececeu um lindo golfinho e uma sereia que a acalmaram e lhe disseram que ali estava segura, nada podia acontecer-lhe de mal. Tinha sido salva pelo grande peixe lua num dos seus passeios solitários. Como não sabia o que fazer com ela, acabou por trazê-la para o grande palácio da Raínha Yamanjá, a magestade dos mares, senhora dos oceanos, sereia sagrada, raínha das águas salgadas chamada também de Deusa das Pérolas.
Depois de muitos dias a chorar com saudades dos pais, a pequena menina acabou por adaptar-se áquele novo mundo, que era muito lindo, cheio de coisas maravilhosas. A raínha ainda a levou à praia duas ou três vezes para ela brincar na areia mas numa noite de lua cheia decidiu transformar a menina numa linda sereia e deu-lhe o nome de Cristal. Os anos foram passando e a pequena sereia acabou por esquecer tudo o que lhe tinha contecido e a sua vida humana. Vivia num lindo palácio, com tudo o que podia imaginar, tinha muitos amigos e era tratada como uma princesa pois a Raínha Yamanjá tornou-a sua filha, sua única herdeira.
Elisabete Correia de Araújo
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
O boneco de neve
Todos os meninos sonham em fazer bonecos de neve, quando chegam os dias frios de Inverno e a neve começa a cair.
Existem muitas histórias sobre bonecos de neve.
Clique a seguir, e conheça algumas interessantes:
Clicando neste boneco de neve vai encontrar um livro mágico sobre "O Boneco de Neve". Clique sobre cada página do livro e conheça toda a história.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
sábado, 19 de junho de 2010
sexta-feira, 2 de abril de 2010
domingo, 7 de março de 2010
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
No dia de S. Valentim...
... os meus pequenos anjos ofereceram à mãe orquídeas.
Logo de manhã, fui surpreendida com duas lindas orquídeas, uma lilás e uma amarela.
Como não podia deixar de ser, vim "plantá-las" aqui no jardim. Sintam o seu perfume.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Fadas, Magos, Duendes e Gnomos
Fazem parte da nossa fantasia, dos nossos sonhos de criança. Falo das fadas, magos, duendes e gnomos. Cada um tem a sua história e o seu papel na relação com a Humanidade. São tão antigos os relatos destes seres maravilhosos que se perdem na nossa memória.
Descobri um lugar maravilhoso que podem visitar para conhecer um pouco mais. Ficarão encantados como eu fiquei com a descoberta. Basta clicar na fada... ela levar-vos-á a um mundo muito especial...
sábado, 19 de dezembro de 2009
Amores de anjos
sábado, 28 de novembro de 2009
O assado de Natal
Certa vez, um homem encontrou um ganso na praia.
Alguns dias antes, passara por ali a tempestade de Novembro. De certeza que o ganso nadara longe demais, o vento desviara-o e fora mais tarde atirado à terra pelas ondas.
Por ali perto, ninguém tinha gansos, e aquele era um ganso doméstico, branco.
O homem pô-lo debaixo do casaco e levou-o à mulher.
— Aqui está o nosso assado de Natal.
Como nunca tinham tido animais, também não dispunham de nenhum local para o abrigar. Com postes, tábuas e cartão alcatroado, o homem construiu um tabique junto à parede da casa. A mulher pôs sacos lá dentro e, por cima de tudo, uma camisola velha. No canto, colocou um recipiente com água.
— Sabes o que é que os gansos comem? — perguntou ela.
— Não faço ideia — respondeu o marido.
Experimentaram batatas e pão, mas o ganso não tocou em nada. Também não quis arroz nem o resto do bolo Inglês.
— Sente a falta de outros gansos — disse a mulher.
O ganso não se debateu quando o levaram para a cozinha. Ficou quieto debaixo da mesa. O marido e a mulher acocoraram-se em frente dele para o animarem.
— Nós não somos gansos! — dizia o homem. Sentou-se na sua cadeira e procurou música no rádio.
A mulher sentara-se à mesa ao seu lado e batia com as agulhas de fazer malha. Era um ambiente muito agradável. De repente, o ganso começou a comer flocos de aveia e um pouco do bolo.
— O nosso querido assado de Natal está a adaptar-se — disse o marido.
Na manhã seguinte, já o
ganso andava pela casa toda. Enfiava o pescoço nas portas abertas, debicou as cortinas e sujou o tapete da entrada.
A casa onde o marido e a mulher viviam era simples. Não tinha água canalizada, só uma bomba. Quando o homem enchia um balde com água da bomba, como fazia todas as manhãs antes de ir para o trabalho, o ganso vinha, subia para o balde e tomava banho. A água transbordava e o homem tinha de voltar a dar à bomba.
No jardim, havia uma casinha de madeira, que era o quarto de banho. Quando a mulher lá ia, o ganso corria atrás dela e fazia força para entrar. Mais tarde, até começara a acompanhá-la à padaria e à leitaria.
Quando, à tarde, após o trabalho, o homem regressava a casa de bicicleta, a mulher e o ganso estavam-no à porta do jardim.
— Agora também já gosta de batatas — contava a mulher.
— Que lindo que ele é! — dizia o marido, fazendo uma festa na cabeça do ganso. — Assim, até ao Natal, vai ficar redondo e gordinho.
O tabique nunca foi usado porque o ganso ficava todas as noites na cozinha aquecida. Comia cada vez mais. Às vezes, a mulher punha-o em cima da balança e de cada vez ele pesava mais.
Quando, à noite, o marido e a mulher jantavam, punham-se a imaginar os pratos de Natal mais suculentos.
— Ganso assado com couve roxa combina bem — dizia a mulher, coçando a cabeça do ganso, ao seu colo.
O homem preferia choucroute em vez de couve roxa, mas o mais importante para ele eram os bolinhos de batata.
— Têm de ser tão grandes como o meu punho e todos do mesmo tamanho — dizia.
— E feitos de batata crua — acrescentava a mulher.
— Não, de batata cozida — opinava o marido. Depois, acabavam por se pôr de acordo: metade de batata cozida, metade de batata crua.
Quando iam para a cama, o ganso deitava-se-lhes aos pés e aquecia-lhos.
O Natal chegou de repente.
A mulher enfeitou uma pequena árvore de Natal, o marido pedalou até ao merceeiro e trouxe tudo de que precisavam para a ceia. Trouxe ainda um quilo de flocos de aveia extrafinos.
— Embora seja o seu último Natal, quero, ao menos que saiba o que é — suspirou.
— O que eu queria perguntar — disse a mulher — era como achas tu que vamos… quero dizer… que devíamos…
Mas não continuou.
Por um momento, o marido nada disse e, de seguida:
— Eu não consigo.
— Eu também não — disse a mulher. — Se fosse um ganso qualquer, sim, mas logo este… Não, não sou capaz.
O marido pegou no ganso e prendeu-o no cesto da bicicleta. Em seguida foi ao vizinho. Entretanto, a mulher preparou a couve roxa e fez os bolinhos de batata, todos exactamente do mesmo tamanho.
O vizinho morava relativamente afastado, mas não tanto que fosse preciso um dia inteiro de viagem. Apesar disso, o marido só regressou à noite, o ganso tranquilamente sentado atrás dele.
— Não encontrei o vizinho em casa, por isso fomos dar uma volta de bicicleta — disse ele embaraçado.
— Não faz mal! — exclamou a mulher, animada. — Quando saíste, fiquei a pensar que se tiver outra coisa a acompanhar, a couve roxa com bolinhos não sabe bem.
A mulher tinha razão e fizera um bom jantar. O ganso comeu aos seus pés os flocos de aveia extra-finos. Mais tarde, sentaram-se os três no sofá a olharem para as luzes das velas.
Aliás, no ano seguinte, para variar, a mulher fez choucroute para acompanhar os bolinhos. E dois anos depois, houve massa a acompanhar a choucroute. É que são pratos tão bons, que nem devem ter qualquer acompanhamento.
Entretanto, já se passou bastante tempo, e os gansos também vão envelhecendo.
Margret Rettich
Anne Braun (org.)
Weihnachtsgeschichten
Würzburg, Arena Verlag, 1991
Tradução e adaptação
in http://preparandonatal.wordpress.com
domingo, 11 de outubro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
domingo, 19 de julho de 2009
Dia da Amizade
- Autorização recusada - Replicou o oficial - Não quero que arrisque a vida por um homem que provalmente morreu.
O soldado, ignorando a proibição saiu e uma hora depois regressou mortalmente ferido, transportando o cadaver do amigo.O oficial estava furioso:
- Já lhe tinha dito que estava morto! Agora perdi dois homens! - Diga-me valia a pena sair pra trazer um cádáver?
E o soldado moribundo respondeu:- Claro que sim senhor! Quando o encontrei ainda estava vivo e pôde dizer-me:
"....Tinha a certeza que virias."
"Um amigo é aquele que chega quando todos já se foram."
(Autor Desconhecido)
sábado, 27 de junho de 2009
sábado, 6 de junho de 2009
domingo, 17 de maio de 2009
Os Anjos foram ver os loendros
Tinha chovido e por isso todas as plantas brilhavam ainda mais com as gotas de água sobre as folhas. Sentía-se no ar o perfume fresco de terra molhada! Já caminhávamos há cerca de 30 minutos quando vimos o primeiro arbusto. Entre o verde do monte, o loendro erguia-se magnífico, tirando-nos o fôlego perante tamanha beleza!
Os anjos adoraram! Tiraram fotografias, correram, caíram, riram muito e foi um dia bem passado por entre as maravilhas da Reserva Botânica do Loendro, em Cambarinho.
Saibam mais sobre esta magnífica planta, o loendro. Nos Jardins Encantados poderá encontrar um post especialmente dedicado a este arbusto lindo mas... venenoso.


